Economia e mercado imobiliário: fatores que influenciam

As mudanças na economia do país refletem nos mais diversos mercados brasileiros, entre eles, o imobiliário, que sente cada alteração e precisa sempre se adaptar a longo prazo. Muito se fala sobre a melhora do ambiente para o novo ano quando o assunto é compra de imóvel. Algumas quedas de juros ajudam a criar melhores expectativas e previsões otimistas para 2018.

Um dos pontos que melhor representam os fatores econômicos que podem influenciar no mercado imobiliário é a inflação. Em fase de desaceleração após o ano de 2015 com a alta da crise, a retração ajuda aquecer os negócios. A meta para 2017 é de 4,5%, abaixo dos 7,2% de 2016 e os 10,7% de 2015.

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O ramo de imóveis tende a retomar o crescimento a longo prazo, pois se trata de um setor de bens caros e mais complexos. Acredita-se que 2018 será o ano de recuperação desse mercado devido a alguns indícios que pudemos ver esse ano.

Outro ponto desse ano foi a desaceleração das taxas de juros, isso ajuda a aumentar a demanda, pois os compradores sentem confiança em fazer um empréstimo junto ao banco. Além disso, a elevação do teto de financiamento com recursos do FGTS é um fator que ajuda a trazer mais ânimo para o comprador, mas sente-se inseguro devido às taxas de desemprego.

Os bancos também entraram com facilidades para auxiliar na demanda de crédito destinado à compra imobiliária. Hoje em dia é mais fácil encontrar empréstimos com juros menores a fim de auxiliar quem procura uma oportunidade de garantir sua casa própria. Os bancos esperam que a longo prazo ainda mais pessoas busquem crédito com o intuito imobiliário.

A combinação de todas essas questões econômicas como queda da taxa de juros e facilitação de crédito pelos bancos acaba refletindo no mercado, pois a casa própria ainda é o sonho da maior parte dos brasileiros. Com poder de compra retomado, a população volta a consumir e injetar dinheiro da economia do país, além de buscar pela realização do desejo de ter sua propriedade. Esse tipo de decisão só é tomada após a sensação de segurança que os brasileiros têm quando estão trabalhando formalmente.

Devido a essa combinação de fatores, é esperado para o próximo ano um cenário mais agradável após dois anos difíceis no mercado imobiliário, que vem se reerguendo aos poucos nos últimos semestres.